A Guide To Taking Better Pictures…
Muito bom.
O vídeo novo mais visto no mundo hoje. Um menino de 5 anos tocando System of a Down.
Artigo bom no Northern Planner. Vale a pena ler.
Uma marca é uma coleção de sentimentos e associações.
“They used to think an electron was a single particel orbiting around the nucleas of an atom. A simple dot…you could predict where it was and where it was going.
Nowadays, as mad as it sounds, they believe you don’t where it is, it can be anywhere within a given space – so you have to assume it is in all those spaces at the same time, a fuzzy cloud”.
Uma visão legal sobre as marcas, sentimentos e percepções.
Muito bom. Um case legal para a marca de cerveja Andes. Que pelo jeito não é muito forte na Argentina.
Para que mentir si podes teletransportarte?
Del Campo de novo. Sempre falo dessa agência aqui, aquela que também criou um puta posicionamento para a cerveja Norte.
Seguem também os filmes da campanha:
Mais filmes no site da cerveja.
Via: la bambonera
Eu fiquei mal por apontar um erro do Al Ries no post abaixo. Coitado.
Vou compensar com uma frase muito boa dele:
Eu só trocaria a palavra empresas por diretoria. Porque acho que empresa é tudo, incluindo empregados. Diretoria é quem se apaixona pela marca. É onde bate o ego. É onde as empresas voltam-se para dentro de si mesmas. Empregados raramente se apaixonam pela empresa. Tá vendo Al Ries! Tu erraste de novo. (brincadeira, com certeza era isso que ele queria dizer).
Escrevi um post em julho de 2007, sobre um vídeo que vi no The Ries Report, o site do Al Ries, famoso pelo livro – Posicionamento. Para muitos é a bíblia da estratégia na propaganda.
O texto fala de uma quase previsão do Ries sobre o iPhone. Basicamente falando que o produto era um golpe de PR e que ele não seria grande coisa. Isso porque ele é um produto convergente.
É aquela história do pato que sabe voar, nadar e andar, mas faz tudo isso pessimamente. Não se garante em nenhuma das três modalidades. Seria melhor só nadar ou voar bem.
Eu não dou palpite na criação de Deus. Principalmente nas que evoluíram e passaram pela seleção natural. Mas Al Ries deu. Engraçado assistir esse discurso quase três anos depois:
“O que é o iphone? É um aparelho de convergência, gente”.
“O iphone será um sucesso? Não”.
“A Apple ganhará dinheiro com o iphone? Não”.
Hoje tenho certeza que errou de novo.
iPhone começa a ultrapassar Windows Mobile em diversos mercados
Vendas de iPhone devem crescer 35% em 2010
46 % dos smartphones no Japão são da Apple…E por aí vai… Fora o mercado de aplicativo.
O outro erro? Extensão de linha e marca de produto. Ele era contra.
Hoje, segundo a Troiano, 77% dos produtos encontrados no Brasil, em business to consumer, são extensões de marcas já existentes. Nos EUA esse número chega a 95%.
Engraçado que em 2007, no próprio vídeo do iphone, ele cita e defende a extensão de linha falando da cerveja Coors. A defesa é que isso é divergência e não convergência de produto. Vai entender.
O que aprendemos com isso?
A – Quando temos opiniões e posições estamos correndo o risco de errar, é normal. Faz parte.
B – Duvidar de qualquer coisa que qualquer um fale. Mesmo quando essa pessoa é um guru que estudamos na faculdade.
C – O cara entende tudo de marketing, mas só funciona com ele mesmo. Ou seja, é um picareta.
D – Todas as anteriores
Eu tenho a minha resposta.
Vídeo manifesto do posicionamento criado pela Anomaly para a Diesel.
Be Stupid
Parabéns para a Mother de Londres. Muito bom.
So every year Mother creates a Christmas mailer or makes small quirky gifts for its clients,friends and contacts. Here is what we did this year:
Se é que existe um…
No planejamento, muitas vezes, nossa primeira tarefa é voltar ao início para definir o problema de maneira mais clara. Porque o problema é que não existe planejamento sem problema, principalmente se considerarmos todo problema uma oportunidade.
Tem horas que você precisa correr, mas é sempre bom saber, antes de tudo, para qual lado correr. Dar um pique para o lado errado muitas vezes pode ser pior do que ficar parado.
Por isso o planejamento tem que trabalhar com uma perspectiva bem mais ampla se quiser ganhar a confiança do cliente. Temos que dar um passo para trás para a avaliar a situação. Precisamos fazer o interrogatório antes, e incluir nesse interrogatório todo o mix de marketing que os caras trabalharam. E, muitas vezes, é preciso vender ao cliente o problema, antes de vender a solução.
Mas…Todo problema de propaganda surge de algum problema ou oportunidade da empresa, mas nem todo problema da empresa tem na propaganda a sua solução. Às vezes a propaganda tem que representar a função de segundo violino, mas segundo violino não significa sem importância. O negócio é que deve haver uma razão empresarial que levou o cliente a conversar com a agência. Faz parte do planejamento descobrir qual é essa razão.
Sem definir o problema da empresa nos não estamos preparados para pegar a estrada que leva a uma solução de propaganda. E vai dar merda. Certeza. Não discutir em cima desse assunto e desse problema é jogar papo fora enquanto olhamos nossos iPhones em reuniões demoradas. É perder tempo e dinheiro
Estratégias às vezes são percebidas como alternativas – o que não é realmente verdadeiro – porque estratégia implica, principalmente, em um melhor desempenho. Que implica logicamente no entendimento desse problema.
Isso que é ilustrar a mensuração.
Mashup de twitter, twitpic e googlemaps para registrar a hashtag #unibrennt – um protesto de estudantes para uma educação com mais qualidade, que começou em Vienna na Europa.
via: eraniun’s